Bradesco anuncia produto de custódia de Bitcoin, criptomoedas e stablecoins em 14 de maio de 2026
Bradesco entra na custódia cripto. Card BitcoinP2P, fontes citadas.

O Bradesco, quarto maior banco privado do Brasil, vai entrar no mercado de custódia de Bitcoin, criptomoedas e stablecoins. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (14/05/2026) por Renata Petrovic, head of innovation do banco, e marca mais um passo do sistema bancário brasileiro tradicional rumo à integração com ativos digitais.

Resumo rápido: Bradesco está desenvolvendo produto de custódia para Bitcoin, criptomoedas e stablecoins. Movimento confirma tendência: bancos brasileiros tradicionais não querem ficar de fora da economia cripto. Itaú já vende BTC no app, BTG tem fundo cripto via Mynt — agora Bradesco entra na custódia institucional.

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O que muda com Bradesco entrando em custódia cripto

O movimento do Bradesco não é varejo: é infraestrutura institucional. Custódia regulada é pré-requisito para que fundos de investimento, family offices, gestoras e seguradoras possam alocar em Bitcoin e tokens sem ter que terceirizar pra exchanges no exterior.

Isso muda 3 coisas no mercado brasileiro:

  1. Fundos cripto locais ganham infraestrutura nacional — não precisam mais usar BitGo, Anchorage ou Fireblocks no exterior.
  2. Tokenização vira realidade prática — Bradesco já participa do projeto ANBIMA de mercado tokenizado com 51 instituições.
  3. Concorrência cresce — pressão sobre Itaú, BTG e Banco do Brasil acelerarem produtos cripto próprios.

Bradesco já tinha pé na água

O banco não está chegando do zero. Bradesco já participa do Drex (real digital do Banco Central), tem investimentos em fintechs cripto via Bradesco Inovabra e mantém parcerias com gestoras de ativos digitais. A novidade é assumir publicamente a custódia como produto.

Banco BR Cripto no varejo Custódia institucional Fundo cripto
Itaú Sim Parcial Sim
BTG Pactual Sim (Mynt) Sim Sim
Bradesco Em estudo Em desenvolvimento Inovabra
Banco do Brasil Parcerias Não Estudo

“Estamos trabalhando em um produto de custódia de criptomoedas, incluindo stablecoins.”

— Renata Petrovic, Head of Innovation, Bradesco

O que isso significa para você

Pra pessoa física, a custódia bancária ainda não muda o jogo. Comprar Bitcoin em reais via PIX continua sendo mais simples por uma plataforma especializada como a BitcoinP2P: zero burocracia bancária, PIX em segundos, taxas competitivas.

Pra pessoa jurídica, fundos e gestoras, a chegada do Bradesco vai destravar alocação institucional em cripto no Brasil — algo que vinha emperrado por falta de custodiante regulado local.

Brasil acelera adoção institucional

56%

Brasileiros querem cripto

51

Instituições no piloto ANBIMA

4

Grandes bancos com produto cripto

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Perguntas Frequentes

O que é custódia de criptomoedas?

Custódia cripto é o serviço de guardar com segurança as chaves privadas que controlam Bitcoin, Ethereum, stablecoins e outros tokens — equivalente a um cofre digital institucional. É exigência regulatória para fundos, gestoras e investidores institucionais que não podem auto-custodiar.

Quando o Bradesco vai começar a oferecer custódia cripto?

A executiva Renata Petrovic, head of innovation do Bradesco, confirmou em 14/05/2026 que o produto está em desenvolvimento. Não há data oficial de lançamento, mas analistas projetam piloto ainda em 2026.

Bradesco vai vender Bitcoin para clientes pessoa física?

Por enquanto o anúncio fala em custódia, não em compra/venda direta. Para comprar Bitcoin em reais via PIX, plataformas especializadas como a BitcoinP2P seguem sendo o caminho mais simples para pessoa física.

Quais outros bancos brasileiros já operam com cripto?

Itaú lançou negociação de Bitcoin e Ethereum em seu app, BTG Pactual tem fundo cripto via Mynt, e Banco do Brasil tem parcerias com exchanges. Bradesco entra agora no nicho específico de custódia.

É mais seguro guardar Bitcoin no Bradesco ou em auto-custódia?

Depende do perfil. Pessoa física que entende seed phrase e hardware wallets tem segurança máxima em auto-custódia. Quem prefere conveniência e proteção institucional pode usar custódia bancária. Pessoas jurídicas e fundos quase sempre precisam de custódia regulada.

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